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PGJ participa do seminário "Macrocriminalidade organizada violenta, os desafios da segurança pública"
Publicado em 09/11/2019 11:26 - Atualizado em 09/11/2019 11:26

O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, participou, na manhã desta sexta-feira (08/11), no auditório da Escola de Magistratura (Emerj), do seminário ‘Macrocriminalidade organizada violenta, os desafios da segurança pública’. O evento reuniu membros do Ministério Público, do Judiciário, da Polícia Civil e um ex-secretário de Segurança Pública, que apresentaram seus conhecimentos no enfrentamento e na apuração do funcionamento das organizações criminosas que atuam no rio - em especial as milícias. O desembargador do Tribunal de Justiça José Muiños Piñeiro Filho, presidente do Fórum Permanente, e organizador do encontro, abriu o evento ao lado do desembargador Marcos Chut, vice-presidente do Fórum, e da juíza Renata Guarino Martins.
 
Além do PGJ,  participaram os promotores de Justiça Luiz Antônio Ayres e Elisa Fraga, desembargadores, juízes e delegados. O objetivo de reunir pessoas com atuação destacada nessa área, comentou o desembargador do Tribunal de Justiça José Muiños Piñeiro Filho, é pensar em estratégias para o Judiciário e o Ministério Público desidratarem esse estado paralelo. “Podemos discutir como os juízes, promotores, delegados estão verificando esse estado paralelo e qual a melhor forma de enfrentar, em termos de segurança pública. Pensando não só na reprovação ou na punição, mas na forma de prevenção e produção social. Um evento com tantos participantes é um caminho, mais um instrumento para refletirmos essa matéria”, discursou o desembargador que organizou o evento.
 
Em sua fala, Gussem traçou um panorama do Rio, lembrando que é um Estado que possui abundância de recursos naturais, indústria, turismo e outras riquezas, mas que chegou a uma situação caótica, com péssimo ambiente de negócios, solidez fiscal, transparência e segurança. Com esse cenário, enfatizou a necessidade de uma mudança de cultura. Ele também destacou a relevância do Poder Judiciário para tanto.  “As instituições têm que repensar o seu modo de atuar. Precisamos ser mais céleres, mais preventivos, resolutivo e menos encarcerador, menos reativo. Eu entendo que isso deve acontecer sobretudo através da linha de governos abertos, que o Ministério Público do Rio já vem adotando”, comentou o PGJ, que pontuou: “Acredito muito que a tecnologia e as inovações sejam os grandes atalhos para que a gente consiga chegar a esse nível de resolutividade e eficiência maiores”. 

No primeiro painel, ainda pela manhã, a juíza Alessandra de Araújo e o juiz Eduardo Hablitschek falaram sobre a organização e os meios de atuação da milícia. A mesa foi presidida pelo procurador de Justiça Luis Sérgio Wigderovitz. Já durante a tarde,  o promotor de Justiça Luiz  Antônio Ayres e o juiz Bruno Ruliére palestraram sobre a condução de ações penais contra organizações criminosas. A mesa foi presidida pelo desembargador federal Abel Gomes. No último painel, a coordenadora da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), Elisa Fraga e a delegada Bárbara Lomba abordaram o uso da inteligência em investigação. A presidência foi do juiz Paulo Cesar Vieira de Carvalho. Por fim, o encerramento do evento foi feito pelo ex-secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame. 

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