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O procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, participou da abertura do evento “Conselho Nacional de Justiça e Inteligência Artificial – Limites e Desafios”, nesta segunda-feira (23/02), que abordou o uso de tecnologias digitais no Judiciário e seus impactos institucionais. O encontro discutiu temas como a automação de processos, a análise de dados para apoio a investigações, a segurança da informação e os desafios éticos no uso da inteligência artificial, tendo sido promovido pelo Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB), no edifício-sede do MPRJ.
“A inteligência artificial já é uma realidade e será cada vez mais utilizada por nós no Ministério Público. O investimento em tecnologia é necessário, e eventos como este são fundamentais para promover a troca de experiências, o aprimoramento profissional e a busca por soluções inovadoras que fortaleçam a atuação institucional”, ressaltou o PGJ.
A programação contou com palestras e apresentações de casos práticos, permitindo aos participantes conhecer iniciativas já implementadas em diferentes estados. Como convidado, o encontro contou com a participação do presidente da Comissão de Tecnologia da Informação e Inovação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), João Paulo Schoucair, que apresentou a Resolução nº 615/2025 do CNJ, que estabelece diretrizes para o uso da inteligência artificial no Judiciário.
A mesa de abertura foi composta pelos promotores de Justiça Alexandre Joppert, vice-diretor do IERBB/MPRJ; Sauvei Lai, mediador do evento e presidente da Comissão Permanente de Estudos em Direito Digital; e Pedro Borges Mourão, conselheiro da Comissão de Direito Digital, sendo ambas as comissões vinculadas ao Instituto de Educação.
Por MPRJ
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