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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) participou, nesta segunda-feira (13/07), do 3º Encontro de Escolas de Governo do Estado do Rio de Janeiro, promovido pela Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). O evento reuniu representantes de escolas de governo do estado no auditório Desembargador Nelson Ribeiro Alves, no Fórum Central. A abertura do encontro, que teve como tema “Uso da Inteligência Artificial nas Escolas de Governo”, foi feita pelo diretor-geral da EMERJ, o desembargador Cláudio Luís Braga dell’Orto, e pelo presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) e governador interino do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, que ressaltou a importância do evento.
"As escolas de governo têm a missão de modernizar a estrutura do Estado e preparar os agentes públicos para prestar um serviço cada vez mais qualificado. Mais do que transmitir conhecimento teórico, elas promovem uma formação prática, voltada à aplicação do conhecimento e à efetivação das funções do Estado. Seu papel está diretamente ligado à busca por eficácia e eficiência na administração pública, permitindo que as metas sejam alcançadas com economicidade, tanto de recursos financeiros quanto de tempo", disse o desembargador.
Representando o Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ), o promotor de Justiça Leandro Navega, diretor da unidade, destacou a necessidade de conciliar inovação tecnológica e integridade acadêmica no uso da inteligência artificial nas escolas de governo.
"No IERBB, entendemos que a inteligência artificial é uma ferramenta irreversível e que pode contribuir para o ensino, desde que utilizada de forma ética e transparente. Por isso, regulamentamos seu uso para garantir a integridade acadêmica, preservar a autoria humana e estimular o pensamento crítico, sem abrir mão da inovação tecnológica. A tecnologia amplia nosso potencial de pesquisa e produção, mas o juízo humano permanece como nosso alicerce insubstituível. Não cabe proibir o uso da inteligência artificial, mas regulamentá-lo e estimular sua utilização de forma ética, preservando a autoria, a integridade acadêmica e o desenvolvimento do pensamento crítico dos alunos", afirmou.
Também compareceram ao encontro o vice-diretor do IERBB/MPRJ, o promotor de Justiça Alexandre Joppert, e representantes de escolas de governo de outras instituições, como da Escola de Mediação do Estado do Rio; da Escola de Administração Judiciária do TJ-RJ; da Escola da Magistratura Federal da 2ª Região (Emarf); da Escola Judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (EJUD1/TRT1); da Escola Judiciária Eleitoral do Rio (EJE-RJ); da Escola Superior de Advocacia Pública do Estado (ESAP/PGE-RJ); da Escola de Contas e Gestão do TCE-RJ; da Escola de Gestão Pública (EGEP/RJ); da Escola do Legislativo do Estado do Rio; da Escola do Legislativo Carioca; da Escola de Educação Previdenciária do Rioprevidência (EEP); e do Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio (CEPERJ).
Por MPRJ
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