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Criminal
MPRJ participa da demolição da casa do braço direito de Adriano da Nóbrega, em Grumari
Publicado em 28/10/2021 09:14 - Atualizado em 28/10/2021 09:14

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da Força-Tarefa do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado para enfrentamento à ocupação irregular do solo urbano (GAECO/FT-OIS), com o auxílio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), participa, na manhã desta quinta-feira (28/10), de uma ação conjunta com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente da Cidade (SMAC) e a Polícia Militar Ambiental, para demolir a casa do braço direito de Adriano da Nóbrega, o miliciano Luis Carlos Felipe Martins, conhecido como Orelha. O imóvel fica no Parque Natural Municipal de Grumari, na Zona Oeste, Unidade de Conservação de Proteção Integral.   

Luis Carlos Felipe Martins foi morto às vésperas da Operação Gárgula, em 20 de março, em Realengo. Na ocasião, Orelha foi denunciado junto à I Vara Criminal Especializada da Capital por crimes de associação criminosa, agiotagem e lavagem de dinheiro. A Operação Gárgula decorreu das investigações que culminaram na Operação Intocáveis I movida contra integrantes da milícia de Rio das Pedras, cujo líder era Adriano da Nóbrega, miliciano que também exercia forte influência sobre o grupo de matadores de aluguel conhecido como “Escritório do Crime”, desbaratada na Operação Tânatos, todas elas do GAECO.   

A Força-Tarefa foi criada em 19 de outubro, por ato do procurador geral de Justiça, para auxiliar promotores de Justiça no combate à ocupação irregular do solo no Município do Rio de Janeiro e aos ilícitos relacionados nas áreas criminal, meio ambiente, entre outras, em especial, nas áreas de planejamento que abrangem bairros das zonas oeste e norte da cidade. 

No dia 22/10, a Força-Tarefa do GAECO/MPRJ esteve presente na demolição de dois condomínios no Parque Estadual da Pedra Branca, em Senador Camará. Os condomínios teriam sido construídos por organização criminosa com atuação na região. 

Por MPRJ   

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