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GAESP/MPRJ recebe integrantes do Ministério Público Militar para intercâmbio de experiências em Segurança Pública
Publicado em Wed Sep 09 21:30:24 GMT 2026 - Atualizado em Wed Sep 09 21:30:21 GMT 2026

O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESP/MPRJ) recebeu, nesta quarta-feira (09/09), integrantes do Ministério Público Militar (MPM) para intercâmbio de experiências e boas práticas na área de Segurança Pública. A comitiva também conheceu as estruturas da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) e do Centro de Investigação e Inteligência (CI2/MPRJ), além das ferramentas de inteligência e tecnologia utilizadas pelo MPRJ em investigações. 

O encontro reuniu o coordenador do GAESP/MPRJ, Fabio Corrêa, e os promotores de Justiça Militar Milord José Guimarães Silva e Mário Porto, além da secretária-geral da Procuradoria de Justiça Militar no Rio de Janeiro, Daiane de Figueiredo, e da assistente jurídica Gleice Ellen Souza Santos. A agenda buscou fortalecer a integração entre os dois ramos do Ministério Público e contribuir para o aprimoramento da atuação institucional. 

“A ideia é fazer esse intercâmbio de informações e boas práticas e promover uma integração entre as instituições no âmbito da Segurança Pública. A aproximação busca agregar institucionalmente os dois Ministérios Públicos dentro de um interesse único, que é a Segurança Pública no Rio de Janeiro”, afirmou Fabio Corrêa. 

Pela CSI/MPRJ, DEDIT/CI2/MPRJ e CI2/MPRJ, participaram da visita o subcoordenador da CSI, Matheus Pinaud; os promotores de Justiça Ana Carolina Fagundes e Carolina Wienskoski; e o subcoordenador da CI2, promotor de Justiça Murilo Bustamante. A comitiva também conheceu as tecnologias utilizadas nas perícias independentes realizadas pelo MPRJ e visitou o Memorial Vidas Marcadas. 

Para o promotor de Justiça Militar Milord José Guimarães Silva, a visita permitiu conhecer práticas que podem contribuir para a atuação do MPM, especialmente no uso de inteligência e tecnologia na investigação de crimes militares e cibernéticos. “Hoje, nos crimes militares, já se fala muito em crimes cibernéticos, com o uso de celular e redes sociais, de forma que é necessário que nós tenhamos acesso a esses meios para o esclarecimento desses fatos”, disse.

Por MPRJ

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