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Direitos Humanos
MPRJ apresenta estrutura de direitos humanos da instituição e Memorial Vidas Marcadas ao comandante do BOPE
Publicado em Thu Jan 29 07:16:05 GMT 2026 - Atualizado em Thu Jan 29 07:15:44 GMT 2026

O comandante do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), tenente-coronel Marcelo Corbage, foi recebido, nesta quarta-feira (28/01), no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), para conhecer a estrutura e o funcionamento da área de direitos humanos da instituição. A agenda incluiu a Subprocuradoria-Geral de Justiça de Direitos Humanos e Proteção à Vítima (SUBDHPV/MPRJ) e as atividades desenvolvidas pelo Núcleo de Apoio às Vítimas (NAV/MPRJ), que conta com equipe multidisciplinar voltada ao acolhimento de vítimas e de seus familiares.

Acompanhado pela procuradora de Justiça Patrícia Carvão, coordenadora do NAV/MPRJ, e pelos promotores de Justiça Victor Miceli, coordenador do COMPOR/MPRJ, e Fernanda Vieira de Moraes, ambos assessores da SUBDHPV/MPRJ, o comandante também visitou o Memorial Vidas Marcadas. O espaço permanente de memória e reflexão reúne histórias, imagens e depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas interrompidas pela criminalidade.

Ao comentar a visita, a procuradora de Justiça Patrícia Carvão destacou a importância do diálogo institucional e da aproximação entre os órgãos. Segundo ela, o encontro permitiu ampliar a divulgação das ações do MPRJ na área de direitos humanos e proteção às vítimas, além de abrir espaço para a construção de iniciativas conjuntas.

“A visita do tenente-coronel Marcelo Corbage foi muito proveitosa para a divulgação do trabalho da instituição na área de direitos humanos e de proteção à vítima. Ele também compartilhou as dificuldades enfrentadas diariamente pelos policiais de sua equipe para manter o propósito de ser policial, a coragem e a garra no combate à criminalidade no Rio de Janeiro. Pensamos em como podemos somar esforços e desenvolver iniciativas conjuntas em benefício dos familiares dos policiais”, afirmou.

Durante a visita, Marcelo Corbage destacou o impacto da iniciativa. “Estou realmente impactado com esse espaço criado pelo Ministério Público. São imagens que provocam reflexão imediata e silenciosa, por retratarem perdas, memórias e sentimentos que atingem cada pessoa de forma diferente. Preservar a memória das vítimas, entre elas policiais que perderam a vida em serviço, é fundamental para transformar a dor em motivação e fortalecer nosso compromisso com a sociedade”, declarou.

Por MPRJ

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