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O coordenador do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ), Fabio Correa, e o promotor em exercício na 5ª Promotoria de Justiça de Investigação Penal Especializada do Núcleo Rio de Janeiro, Sauvei Lai, estiveram, nesta quinta-feira (19/03), na Delegacia de Homicídios da Capital (DH) para acompanhar a apuração sobre a morte da médica Andréa Marins Dias, ocorrida em Cascadura, no último dia 15. Eles se reuniram com o diretor da Divisão Geral de Homicídios, Alexandre Herdy, com o delegado titular da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Rômulo Assis Coelho Caldas, e com a delegada responsável pelo caso, Fernanda Noethen.
O objetivo é compreender as linhas investigativas adotadas, acompanhando o caso de perto. O MPRJ também realiza a apuração em Procedimento Investigatório Criminal independente. Segundo os promotores, a prioridade, neste momento, é obter o maior número possível de imagens e depoimentos que permitam reconstruir a cronologia dos fatos e esclarecer as circunstâncias da morte.
Os próximos passos incluem a análise do material recolhido e a produção e análise de provas técnicas. O Ministério Público também apura as circunstâncias relacionadas ao uso das câmeras corporais pelos agentes envolvidos, incluindo horários de funcionamento e procedimentos de carregamento dos equipamentos.
O GAESP/MPRJ já expediu ofício à Polícia Militar solicitando a preservação das imagens das câmeras operacionais portáteis (COPs) dos agentes que estavam em atuação, bem como à Central de Inteligência, Vigilância e Tecnologia em Apoio à Segurança Pública (CIVITAS), requisitando registros do local.
Paralelamente, a 1ª Promotoria de Justiça junto à Auditoria da Justiça Militar acompanha o inquérito policial militar instaurado na Corregedoria da PM e apura o caso por Procedimento Investigatório Criminal (PIC) próprio.
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