Notícia
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Nove meses após a primeira reunião de gestão com integrantes do Núcleo de Investigação das Promotorias de Justiça de Investigação Penal da Barra da Tijuca (NIP-Barra/MPRJ), o procurador-geral de Justiça, Antonio José Campos Moreira, retornou, nesta segunda-feira (18/05), à unidade da zona Sudoeste para apresentar os avanços das medidas e compromissos assumidos naquele encontro.
Reunindo cerca de 60 promotores e promotoras de Justiça que atuam nos foros regionais das zonas Norte e Oeste da capital, o PGJ fez um balanço das principais iniciativas implementadas ao longo do segundo ano de gestão e ouviu demandas, sugestões e desafios enfrentados pelos membros no exercício de suas atribuições.
Na abertura do encontro, Antonio José reafirmou o compromisso de manter uma gestão próxima dos órgãos de execução, baseada no diálogo permanente com promotores de Justiça. Ao lado do chefe de gabinete, Guilherme Schueler, e da assessora da Chefia de Gabinete, Carina Senna, o procurador-geral destacou a importância das visitas institucionais como instrumento de escuta e integração entre a Administração Superior e os membros da instituição.
“Hoje retornamos ao NIP-Barra para atualizar os colegas sobre as ações da Administração, ouvir sugestões e esclarecer questões importantes para a carreira. Foi um encontro muito produtivo, marcado pela troca de experiências e pela reafirmação do nosso compromisso com uma gestão próxima, baseada na escuta permanente e no diálogo franco com todos os integrantes do Ministério Público”, afirmou o PGJ.
Para a coordenadora do NIP-Barra/MPRJ, promotora de Justiça Mônica Martino Pinheiro Marques, a presença do procurador-geral de Justiça reforça o reconhecimento e a valorização dos membros da instituição. “Mais do que apresentar resultados, essa visita demonstra o compromisso com uma gestão acessível, que dialoga e acompanha de perto as necessidades dos órgãos de execução. Isso fortalece o sentimento de pertencimento institucional e valoriza o trabalho desenvolvido pelos colegas, que se sentem acalantados”, afirmou.
Por MPRJ
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