Notícia
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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Proteção à Educação da Capital, realizou, na segunda-feira (27/07), reunião com representantes do Instituto de Aplicação Fernando Rodrigues da Silveira (CAP-Uerj) e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) para apurar os impactos da greve de docentes e técnicos e a adoção de medidas para normalização das atividades.
A reunião foi convocada no âmbito de inquérito instaurado pela Promotoria para acompanhar as providências necessárias à garantia da continuidade e da qualidade do serviço educacional. De acordo com a Uerj, as aulas foram retomadas em 15 de julho.
Sobre as notícias recebidas pelo MPRJ acerca da ausência de aulas no turno da tarde, os representantes da universidade informaram que a suspensão decorre da impossibilidade de fornecimento de almoço aos estudantes, em razão da rescisão do contrato com a empresa que era responsável. Segundo a universidade, um procedimento emergencial foi realizado para contratação de nova empresa, com previsão de início das atividades em 10 de agosto - data em que está prevista a retomada das aulas à tarde. Até lá, os estudantes recebem kits de lanche no turno da manhã.
A instituição informou, ainda, que o calendário letivo foi reorganizado para garantir o cumprimento dos 200 dias de aula e que haverá reposição específica para os estudantes do terceiro ano do ensino médio, com o objetivo de concluir o ano letivo ainda em 2026. Ao final da reunião, a promotora de Justiça Rosana Cipriano requisitou informações atualizadas sobre a implementação do novo contrato de alimentação, a retomada integral das aulas e dos serviços técnicos, bem como o andamento do calendário de reposição.
Por MPRJ
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