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O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) promove, entre os dias 15 e 18/09, o 3º Treinamento em software Reactor, da Chainalysis, voltado à investigação e ao monitoramento de criptoativos. Realizada no Ministério Público de São Paulo (MPSP), a capacitação integra acordo firmado pelo MPRJ, pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e pela empresa para ampliar o uso de ferramentas tecnológicas no enfrentamento de crimes envolvendo ativos virtuais. A iniciativa é liderada pelo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro e presidente do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial (GNCEAP/CNPG), Antonio José Campos Moreira.
O acordo prevê treinamento, disponibilização de licenças do Reactor e apoio técnico para investigações de fraudes financeiras digitais, lavagem de dinheiro e crimes praticados por organizações criminosas. A ferramenta permite rastrear transações de criptoativos e analisar movimentações financeiras em redes blockchain.
A abertura, na qual o coordenador de Inteligência da Investigação do MPRJ (CI2/MPRJ) e secretário-executivo do GNCEAP/CNPG, promotor de Justiça Francisco de Assis Machado Cardoso, representou o PGJ, reuniu os subprocuradores-gerais de Justiça do MPSP Arthur Lemos Junior e Ivan Agostinho; a secretária de Estratégia e Inovação do MPSP, Carmen Kfouri; e representantes da Chainalysis e da Techbis.
O treinamento tem 63 inscritos, entre integrantes de Ministérios Públicos de diferentes estados e da Polícia Civil do Rio de Janeiro. No MPRJ, o Reactor é utilizado pela CI2/MPRJ, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ), pelo Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) e pelo Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF/MPRJ), apoiando investigações de grupos especializados e Promotorias de Justiça.
Esta é a terceira capacitação realizada no âmbito da cooperação. As anteriores ocorreram no MPRJ, em 2025, e no Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), em fevereiro deste ano. Termos aditivos firmados desde novembro de 2025 ampliou a adesão ao acordo para outras onze unidades do Ministério Público.
Por MPRJ
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