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GAEJURI/MPRJ reverte absolvição e garante condenação por homicídio em Campo Grande em novo Júri
Publicado em Wed Feb 04 19:01:14 GMT 2026 - Atualizado em Wed Feb 04 19:01:06 GMT 2026

O Grupo de Atuação Especializada do Tribunal do Júri do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAEJURI/MPRJ) garantiu a condenação de Adenir Costa Silveira a 16 anos e quatro meses de prisão, em regime inicial fechado, pelo homicídio qualificado de Wellington da Paz Pereira. O crime ocorreu em outubro de 2018, na região da Magarça, em Jardim Maravilha, bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio. A condenação foi proferida em novo julgamento realizado pelo III Tribunal do Júri da Capital, nesta terça-feira (03/02), após recurso do MPRJ contra a absolvição do réu no julgamento anterior.

No novo júri, os jurados acolheram integralmente a tese apresentada pelo promotor de Justiça Matheus Rezende, integrante do GAEJURI/MPRJ, e reconheceram a autoria e a materialidade do crime, que foi praticado por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima. O julgamento contou ainda com a participação da promotora de Justiça Silvia Missano Costa, designada para a 1ª Promotoria de Justiça junto ao III Tribunal do Júri da Capital.

Segundo a denúncia, Wellington da Paz Pereira foi executado a tiros dentro de sua residência, enquanto descansava. O homicídio teria sido motivado por uma disputa relacionada à posse de um terreno, o que caracterizou o motivo torpe, uma das qualificadoras reconhecidas pelos jurados.

Durante o julgamento, o GAEJURI/MPRJ apresentou a dinâmica do crime, a participação direta do réu e a existência das qualificadoras, sustentando a condenação nos termos da pronúncia. A defesa pediu a absolvição por negativa de autoria, tese rejeitada pelos jurados.

Por MPRJ

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