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MPRJ realiza segunda edição de treinamento avançado em investigação de criptoativos
Publicado em Fri Feb 06 15:29:55 GMT 2026 - Atualizado em Fri Feb 06 17:21:56 GMT 2026

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) promoveu, na quinta-feira (05/02), a segunda edição da capacitação técnica voltada ao combate a crimes envolvendo ativos digitais. O evento aconteceu na sede do Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPMS), reforçando a integração entre as instituições no enfrentamento da criminalidade tecnológica. Na primeira edição, realizada em setembro de 2025 na sede do MPRJ, foram capacitados seis promotores e técnicos do MPRJ.

A iniciativa é liderada pelo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro e presidente do Grupo Nacional de Controle Externo da Atividade Policial (GNCEAP/CNPG), Antonio José Campos Moreira, e tem como objetivo oferecer ao Ministério Público brasileiro ferramentas adequadas para investigar o uso de ativos virtuais em crimes.

O projeto é resultado de um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) firmado com a empresa Chainalysis, que prevê, além do treinamento especializado, a disponibilização de licenças do software Reactor e o apoio de uma equipe de investigadores de criptoativos para auxiliar diretamente nas investigações do Ministério Público.

Nesta etapa, promotores do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (GAESP/MPRJ) e do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (GAESF/MPRJ) participaram do treinamento. Também participaram representantes de outras nove unidades do Ministério Público que aderiram ao ACT — originalmente celebrado por MPRJ e MPSC — além de integrantes das Polícias Civis do Rio de Janeiro e do Mato Grosso do Sul.

O promotor de Justiça Francisco de Assis Machado Cardoso, coordenador de Inteligência do MPRJ (CI2/MPRJ) e secretário-executivo do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC/CNPG), destacou a importância da iniciativa. “Esta ação é estratégica para o Ministério Público brasileiro, especialmente no enfrentamento financeiro do crime organizado. Com o treinamento concluído, as novas unidades receberão as licenças do software e contarão com suporte técnico previsto no ACT, aumentando a eficiência das investigações em blockchain”, afirmou.

Por MPRJ

ci2
gnceap
ativos digitais
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