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GAECO/MPRJ denuncia líderes e operadores de esquema de furto de petróleo em dutos da Transpetro e obtém mandados cumpridos em oito estados
Publicado em Thu Jan 22 07:09:59 GMT 2026 - Atualizado em Thu Jan 22 07:09:52 GMT 2026

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou à Justiça 14 integrantes de uma organização criminosa especializada no furto de combustíveis de dutos da Transpetro. O MPRJ obteve 13 mandados de prisão e 29 de busca e apreensão, que são cumpridos nesta quinta-feira (22/01), pela Delegacia de Defesa dos Serviços Delegados (DDSD), na operação denominada Fazenda Garcia. Os mandados são cumpridos não apenas no Rio de Janeiro, nos municípios de Magé, Duque de Caxias e Macaé, mas também em outros sete estados: São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Maranhão e Sergipe, com o apoio das forças de segurança locais.

As investigações tiveram início em junho de 2024, quando policiais militares se dirigiram à Fazenda Garcia, espólio do falecido contraventor Waldemir Paes Garcia, em Guapimirim, para verificar a informação de que um grupo com cerca de 15 pessoas armadas estaria furtando petróleo do duto que passa no interior da propriedade. Ao ingressarem no local, os policiais encontraram dois caminhões-tanque carregados com o combustível fóssil. De acordo com a Transpetro, o prejuízo apurado apenas nessa operação foi de R$ 5,8 milhões, sobretudo com medidas de reparo e segurança dos dutos.

Além dos executores diretos das derivações clandestinas, denunciados pelo GAECO/MPRJ, as investigações apontam, ainda, pelo menos 15 empresas localizadas em diversos estados que compunham a engrenagem do esquema criminoso, especialmente no contexto da lavagem de dinheiro obtido com o furto de petróleo, sendo utilizadas para a receptação do produto, o transporte e a emissão de notas fiscais fraudulentas.

Ainda segundo o Ministério Público, alguns alvos já haviam sido denunciados anteriormente pela mesma prática delitiva e continuaram a conduzir o esquema criminoso, atuando em franco desrespeito às decisões judiciais.

Por MPRJ

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